
O primeiro debate politico da Bahia foi realizado ontem á noite pela Band Bahia e com presença ACM Neto, Jerônimo Rodrigues e Geraldo Mansur, poderia ter rendido muito mais se não fosse falta de proposta realizáveis de Neto e os ataques e desrespeito ao governador, talvez pelo nervosismo Neto chamou o governado de mentiroso de forma deselegante e descortês.
O debate aconteceu sob a regras do TSE, teve três blocos e participação de jornalistas para fazerem perguntas. Os temas mais discutidos foram educação saúde e infraestrutura.
ACM Neto cobrou de Jerônimo infraestrutura, tendo como foco um buraco na BR 324, estrada que os governantes do lado deles nunca se preocuparam e que só organizada e privatizada em 2009, ele também cobrou sobre a Saúde e Regulação e Jerônimo respondeu que já entregou 15 hospitais e que tem ainda 5 em construção, inclusive em Valença, que já abre mais portas para o acolhimento de pessoas reguladas com médico especialista e leito determinado e terminou indagando a Neto quantos hospitais o avô ACM e seus indicados ao governo construíram na Bahia e em Salvador.
Na educação o assunto debatido foi alfabetização e Jerônimo cobrou de Neto a construção de creches municipais na capital e o candidato respondeu com evasivas alegando que a educação da Bahia é muito fraca, mas tem que ser, porque a educação inicial e responsabilidade dos municípios e se estes não têm creches para alfabetizar suas crianças, a educação não flui como deve ser. Todavia a educação estadual está indo bem e avançando no IDEB.
Jerônimo e Mansur comentaram que o PGP de Neto foi feito por inteligência artificial, o candidato negou e falou que vai resolver a regulação pagando hospital particular para os doentes quando não houver disponibilidade de vaga. Nessa fala pode-se apostar em uma grande mentira, posto que o Estado não conseguiria bancar tratamentos específicos e caros para a população de 417 municípios toda vez que a regulação demorasse um pouco a sair.
Neto falou sobre criação do provão na Bahia com vistas a entrada do Estudantes do ensino superior, essa proposta é irrelevante, porque a Bahia já possui há décadas feito pela própria UNEB o curso UPT (Universidade para todos) que prepara os estudantes para as provas do ENEM, e o governo federal tem o CPOP (Rede Nacional de Cursinhos Populares) ofertado pelo MEC e com bolsa de 200 reais para o estudante que participar. Em Valença as aulas acontecem no IFBA através da ONG OPS.
Ao final do debate, fica a impressão de que Jerônimo foi o vencedor, posto que apresentou propostas realizáveis a trabalhos comprovados.
Por Irene Dóres
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