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Economia A maior empresa do m

EMPRESA PREVER ALTA DO PAPEL HIGIENICO

EMPRESA PREVER ALTA DO PAPEL HIGIENICO

27/12/2020 14h28
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Por: Rodrigo Mario Fonte: GI GLOBO
EMPRESA PREVER ALTA DO PAPEL HIGIENICO

A maior empresa do mercado é o grupo chileno CMPC, que comprou em 2009 a Melhoramentos Papéis e, no ano passado, adquiriu a paranaense Sepac, passando a unir as marcas Elite, Sublime, Duetto, Paloma, Stylus e Maxim.

Outras grandes são a Kimberly-Clark (dona de marcas como Neve, Scott e Kleenex) e a Santher (que contas em seu portfólio com Personal, Snob e Kiss, entre outras marcas), mas nenhuma das fabricantes tem fatia superior a 20% do mercado, na estimativa do analista.

"Como o papel higiênico é um produto leve, mas de grande volume, temos diversas fábricas regionais em todo o país", explica Basilio. Essa é uma estratégia para que os fornecedores fiquem próximos aos mercados consumidores, do contrário, o custo de frete acaba inviabilizando o lucro.

"Essas são pequenas indústrias, que estão sofrendo, porque não conseguem repassar para o preço de seus produtos os custos que estão recebendo devido à alta de matérias-primas."

 

Problema deve começar a passar a partir de março

 

Apesar do desarranjo no mercado, a Abihpec avalia que a pressão sobre custos deve começar a se dissipar em 2021.

"Acreditamos na possiblidade de que, lá para março, haja uma reversão desses preços, quando o mercado se normalizar. Isso é uma expectativa", diz Basilio.

Essa também é a avaliação de Vilas Boas, da Anguti Estatística.

"No caso da celulose, o dólar já está perdendo força, então o preço da pasta em reais deve se estabilizar", prevê o consultor.

"No caso de aparas, os shoppings voltaram, as lojas de ruas estão muito fortes, e tudo isso produz aparas marrons, que estão voltando para o sistema. Então acreditamos que, no começo do ano, já deve haver uma normalização desse mercado, talvez com alguma queda de preços."

Ainda segundo Vilas Boas, no mercado de plásticos, a expectativa é de que, com o fim do auxílio emergencial e a redução do excesso de demanda, também os preços se estabilizem, diante da diminuição esperada do consumo.

 

Não há escassez de matéria-prima, dizem fornecedores

 

Procurada, a Ibá (Indústria Brasileira de Árvores), associação que representa a cadeia de produtos de base florestal, disse através de nota que a indústria nacional de celulose e papel tem insumos suficientes para atender ao mercado.

"Mesmo nos períodos de maior procura por papel higiênico, papel toalha e lenços de papel, as prateleiras do varejo estavam abastecidas para atender ao consumidor. Essencial, essa indústria permanece trabalhando durante a pandemia, com operações reorganizadas para garantir a segurança dos trabalhadores, empenhada em atender ao mercado."

 

 

Também procuradas, a Abras e a Apas, respectivamente a associação brasileira e paulista de supermercados, não se posicionaram até o fechamento desta reportagem.

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