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Por aliança contra Bolsonaro, Ciro pede que Lula não seja candidato

Por aliança contra Bolsonaro, Ciro pede que Lula não seja candidato

05/04/2021 21h11
94
Por: Rodrigo Mario Fonte: tarde
Por aliança contra Bolsonaro, Ciro pede que Lula não seja candidato

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O ex-ministro Ciro Gomes, nome do PDT à presidência em 2022, pediu que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tenha a "generosidade" de não concorrer no ano que vem. "A gente devia pedir generosidade a quem já teve oportunidade, como o Lula, que é uma grande liderança brasileira", disse.

As declarações de Ciro foram em debate virtual sobre a reforma administrativa organizado pela Central dos Sindicatos Brasileiros (CSB), o pedetista lembrou de Cristina Kirchner, que, em sua visão, deu um "passo para trás" para ser vice de Alberto Fernández na Argentina em vez de encabeçar a chapa eleitoral.

Ciro citou ainda o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, e o ex-presidente da Bolívia Evo Morales como exemplos "desastrados" de tentativa de se manter no poder. As informações são da agência Sputnik.

"Mas a gente devia pedir a ele que se compenetrasse e não imitasse o exemplo desastrado do [Nicolás] Maduro na Venezuela ou do Evo Morales na Bolívia. E olhasse o que a Cristina Kirchner fez na Argentina, em que, tendo uma força grande, deu um passo pra trás e ajudou a Argentina a se reconciliar", afirmou.

Para ele, as eleições de 2022 não podem ser centradas em uma agenda que reproduza a "lógica do ódio". O pedetista acredita que uma eventual disputa entre Lula e o presidente Jair Bolsonaro levará o país a uma polarização ainda maior.

 

 

  
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O ex-ministro Ciro Gomes, nome do PDT à presidência em 2022, pediu que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tenha a "generosidade" de não concorrer no ano que vem. "A gente devia pedir generosidade a quem já teve oportunidade, como o Lula, que é uma grande liderança brasileira", disse.

As declarações de Ciro foram em debate virtual sobre a reforma administrativa organizado pela Central dos Sindicatos Brasileiros (CSB), o pedetista lembrou de Cristina Kirchner, que, em sua visão, deu um "passo para trás" para ser vice de Alberto Fernández na Argentina em vez de encabeçar a chapa eleitoral.

Ciro citou ainda o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, e o ex-presidente da Bolívia Evo Morales como exemplos "desastrados" de tentativa de se manter no poder. As informações são da agência Sputnik.

"Mas a gente devia pedir a ele que se compenetrasse e não imitasse o exemplo desastrado do [Nicolás] Maduro na Venezuela ou do Evo Morales na Bolívia. E olhasse o que a Cristina Kirchner fez na Argentina, em que, tendo uma força grande, deu um passo pra trás e ajudou a Argentina a se reconciliar", afirmou.

Para ele, as eleições de 2022 não podem ser centradas em uma agenda que reproduza a "lógica do ódio". O pedetista acredita que uma eventual disputa entre Lula e o presidente Jair Bolsonaro levará o país a uma polarização ainda maior.

 
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