
Nesta terça-feira (17), a vice-prefeita Cíntia Rosemberg (Podemos) assumiu interinamente a Prefeitura de Cairu.
A posse marca um momento histórico: pela primeira vez uma mulher está à frente do comando do município-arquipélago.
A missão ocorre devido ao período de férias do prefeito Hildécio Meireles (União Brasil), e Cíntia permanecerá no cargo durante sua ausência. Em sua primeira fala como prefeita em exercício, ela destacou a responsabilidade e o simbolismo do momento:
“Recebo essa missão com humildade, responsabilidade e muito amor pelo nosso povo”, afirmou.
Mesmo que temporariamente, Cíntia deve chamar atenção pelo trato com as pessoas. A jovem médica, que já foi Secretária de Saúde do município, é reconhecida por muita gente por duas principais características: seu perfil humano e caloroso, que demonstra bastante simplicidade.
Durante o período em que estiver à frente do Executivo, Cíntia vai mostrar seu ritmo de trabalho com um diferencial: certamente vai sair do gabinete e ir às comunidades, atender o maior número de pessoas e escutar atentamente as demandas visando o avanço de Cairu e o bem-estar da população.
Com um jeito simpático e afetuoso, Cíntia Rosemberg traz para a Prefeitura de Cairu uma nova forma de governar com seu estilo “olho no olho”, “corpo a corpo”. Ou seja, é perceptível que ela é de chegar perto e estar sempre bem acessível.
Sua presença promete marcar esse período não apenas pela simbologia histórica, mas por se encaixar no que os cairuenses mais desejam – atenção, proximidade, empatia e carisma.
A chegada de Cíntia ao cargo de prefeita em exercício é celebrada por aliados e moradores como uma conquista para as mulheres da região e um passo importante rumo a uma política mais inclusiva e igualitária.
Em um experimento inédito e cheio de significado, o município se soma a um novo tempo no Baixo Sul, onde cinco mulheres agora lideram prefeituras: Jacqueline (Nilo Peçanha), Kity (Taperoá), Rosa Baitinga (Teolândia), Daiana (Gandu) e, agora, Cíntia, em Cairu, cuja nomeação reforça o avanço da representatividade feminina na política local e é vista como um presságio para o município, que pode entrar numa nova fase nos próximos anos.
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